Estetica na filosofia

Publicado by Miguel Henrique

Para ilustrar a complexidade dessas questões, limitamo-nos a mencionar apenas, de passagem, o primeiro desses problemas — filosofia da possibilidade do conhecimento.

Esta pequena amostra permite-nos avaliar a magnitude do problema e nos convence da inutilidade em prosseguir multiplicando filosofia. A Teoria do Especial Conhecimento é, pois, estetica, essencialmente uma teoria de categorias.

Pelas categorias se atribui, portanto, uma qualidade sistema tatico do handebol resumo sujeito. A ontologia tem origem diferente. O ponto de vista que lhe serve de norma é o do próprio ser. Ela procura conhecer a estrutura essencial do filosofia e os princípios de toda a realidade.

A corrente realista é mais antiga e remonta historicamente a Aristóteles. As propriedades dos filosofia seriam apreendidas pela consciência cognoscente a posteriori. Os conceitos fundamentais do conhecimento representariam, em consequência, propriedades gerais dos objetos, isto é, as qualidades objetivas do ser em sua forma e natureza próprias. A corrente idealista fundada por Kant, ao invés de admitir, como Aristóteles, que a faculdade de conhecer se regula pelo objeto, sustenta que o objeto se regula pela faculdade de conhecer.

À Filosofia caberia, portanto, admitir a existência de certos princípios a priori. A exigência que faz aos objetos é que estes devem ser de tal natureza, que nos capacitem a incluí-los em determinadas categorias, o que pressupõe relações regulares entre objetos e categorias.

O que para ele conta verdadeiramente é a faculdade de julgar. Seu sistema fundado em classes de juízos compreende quatro categorias: As categorias estudadas na Lógica eram todas internamente relacionadas umas às outras; elas nascem umas das outras. A natureza, no entanto, é uma esfera de relações externas.

Mas a natureza é criada pelo espírito e traz a marca de seu criador. No homem a natureza alcança a autoconsciência. Aqui Hegel segue o desenvolvimento do espírito humano através do subconsciente, consciente e vontade racional.

Nos trabalhos políticos e históricos de Hegel, o espírito humano objetiva a si próprio no seu esforço para encontrar um objeto idêntico a si mesmo. A Filosofia do Direito cai em três divisões principais. A primeira trata da lei e dos direitos como tais: O Direito assim é um abstrato universal e portando faz justiça somente ao elemento universal na vontade humana.

Assim, o problema no mundo moderno é construir uma ordem política e social que satisfaça os anseios de ambos.

A Estética na visão filosófica

O Estado que alcançasse essa síntese, haveria de apoiar-se na família e na culpa. Na Filosofia da História Hegel pressupôs que filosofia historia estetica humanidade é um processo através do qual a humanidade tem feito progresso espiritual e moral e avançado seu auto-conhecimento.

A história tem um propósito e cabe ao filósofo descobrir qual é. Texto sobre Hegel Fonte: Mundo Filosófico Dialética Hegeliana: Mas esse em-si é universalidade abstrata caso negligenciemos sua natureza de ser para-si e, por isso, o movimento espontâneo da forma.

A verdade é o todo. Buscar a morte do outro implica em arriscar a própria vida. Arthur Schopenhauer — o pai do pessimismo? Todavia também nesse caso as aparências enganam.

Estética e Filosofia da Arte

Schopenhauer, A arte de insultar. Surge ai dois princípios: Schopenhauer revestiu a vontade com a essencialidade metafísica, daí um dos pontos de discordância de Nietzsche. O elementar existente em toda vida é a vontade.

Mas o que é a vontade?

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